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sexta-feira, 16 de março de 2012

Os líderes e suas forças.Explore suas habilidades,

Os líderes e suas forças

Um dos principais autores de livros de carreira da atualidade, Marcus Buckingham ensina em seu novo projeto como líderes devem explorar suas melhores habilidades

Amanda Kamanchek (redacao.vocesa@abril.com.br)  10/01/2012
Crédito: Divulgação
Quem é Marcus Buckingham - Hoje consultor, Marcus Buckingham passou 20 anos no Gallup estudando comportamento de executivos. Tem cinco livros publicados no Brasil, entre eles Descubra Seus Pontos Fortes (Ed. Sextante), de 2001. - Crédito: Divulgação
Quem é Marcus Buckingham - Hoje consultor, Marcus Buckingham passou 20 anos no Gallup estudando comportamento de executivos. Tem cinco livros publicados no Brasil, entre eles Descubra Seus Pontos Fortes (Ed. Sextante), de 2001.
Em 20 anos de pesquisa no instituto Gallup, o cientista político americano Marcus Buckingham entrevistou mais de 257 000 executivos de sucesso e mapeou suas habilidades, reunindo-os em um dos principais bancos de dados sobre comportamento profissional existente no mundo. Em 1999, Marcus tornou públicos seus estudos pela primeira vez, no livro Descubra Seus Pontos Fortes (Ed. Sextante). A obra marcou época ao contradizer a ideia geral vigente, de que os profissionais deveriam concentrar-se na reparação de pontos fracos para ter bom desempenho, e fez de Marcus uma fonte consagrada no assunto. 

Agora, ele volta com novo projeto, um livro casado com um teste de avaliação do tipo assessment, chamado StandOut (em português, "destaque-se"), que está previsto para ser lançado em maio de 2012 no Brasil pela Editora Sextante. A obra é voltada para líderes que desejam investir em seu potencial e acelerar o desempenho da equipe. "há muitos perfis de liderança, tentamos destacar qual é o jeito de cada um", explica Marcus. Mesmo batendo na tecla dos pontos fortes há dez anos, ele segue lutando contra o hábito do mundo corporativo de olhar para os gaps dos funcionários e tentar corrigi-los — o certo seria investir profundamente nas competências de cada um. 

Segundo Marcus, a insistência em melhorar as fraquezas é consequência do ensino nas escolas tradicionais, que incentivam o aluno a se sair bem em todas as disciplinas. "Mesmo que o estudante tenha uma série de notas A, ele continua se preocupando em melhorar nas matérias cujas notas foram F", disse Marcus à VOcÊ S/A. Essa preocupação excessiva com as fraquezas não ajuda o profissional a atingir
Alto desempenho. Alguns diretores de Rh concordam com a teoria de Marcus. "cuidar de melhorar pontos fracos é como dirigir olhando para o retrovisor", diz Antonio Salvador, vice-presidente de recursos humanos da hP no Brasil, que considera um desperdício de tempo o esforço de corrigir fraquezas. 

"A eficiência da gestão de talentos depende de direcionar o talento certo para o lugar certo, na hora certa." A ideia do livro é fazer com que os profissionais conheçam suas habilidades naturais para melhorar seu desempenho. 

O assessment avalia o gestor em nove pontos e então revela quais são os dois mais fortes. Em sua pesquisa, o autor identificou nove diferentes perfis de líderes (veja quadro na pág. ao lado). na edição americana, que custa 12,78 dólares na Amazon, o livro traz uma senha de acesso ao teste online (em inglês). 

Segundo Marcus, não existe um perfil certo de líder: cada pessoa tem aptidão para determinada tarefa, o desafio é colocar a pessoa certa no lugar certo e dar liberdade para que ela faça as coisas da sua maneira. "Os melhores gerentes são capazes de identificar em alguém um lampejo de talento e, então, reposicionar essa pessoa de modo que ela possa utilizá-lo de maneira mais efetiva", afirma Marcus Buckingham. 

Quem é Marcus Buckingham - Hoje consultor, Marcus Buckingham passou 20 anos no Gallup estudando comportamento de executivos. Tem cinco livros publicados no Brasil, entre eles Descubra Seus Pontos Fortes (Ed. Sextante), de 2001.


Tatuagem no mundo corporativo.Qual a sua opinião!!! veja a reportagem abaixo:

Etc | Detalhes que deixam marcas

Às vezes, ela fica escondida o tempo todo. Às vezes, aparece só um pouco. mesmo assim, a tatuagem ainda é um tabu no ambiente corporativo. ouvimos diretores de RH de 39 empresas de diversos setores e descobrimos que nenhuma delas tem política em relação à contratação de tatuados. No entanto, alguns dados da mesma pesquisa chamam atenção:

Colaborou: Lucas Rossi (redacao.vocesa@abril.com.br)  10/01/2012

Tatuagem no ambiente de trabalho

"Se for discreta, a t atuagem não é um problema. Elas viram um incômodo quando são objetos de comentários e polêmicas. Se a empresa é informal, não é um impedimento para promoção também." José Luiz Rodrigues Bueno, diretor de RH do Banco Bradesco

"O que realmente complica a contratação, no caso de um homem, é se a tatuagem for nas mãos ou no pescoço. Já no caso das mulheres, no braço ou nas pernas." Marcelo Gomes dos Santos, gerente nacional de RH do escritório de advocacia Siqueira Castro


"Muitas pessoas na Unilever têm tatuagem. Isso não é problema, mas se torna um incômodo quando é ofensiva para os outros, sem respeito a credos ou raças." Marcelo Williams, vice-presidente de RH da Unilever Brasil 

"É preciso bom senso na hora de expor a tatuagem, principalmente quando existe contato com o cliente. Porém, não há nenhum impedimento na hora de contratar ou promover um tatuado." Nancy Bartos, diretora de RH da AON

"Evitamos a contratação de pessoas com tatuagens visíveis (rosto, mãos, pescoço). O colaborador competente é promovido independentemente de ser tatuado ou não." Aline Corbeta Siqueira, gerente de RH do Hospital Santa Paula

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Mercado de trabalho "à beira de nova recessão", alerta OIT

 

A economia mundial está à beira de uma "nova recessão de postos em trabalho". A constatação é do informe da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado no dia 31 de outubro de 2011. O Relatório do Mundo do Trabalho 2011: Tornando Funcional o Mercado Laboral, em tradução livre, sugere que a recessão pode atrasar ainda mais a recuperação econômica e levar a mais conflitos sociais em dezenas de países.

De acordo com o documento, 80 milhões de postos de trabalho precisam ser criados, nos próximos dois anos, para que as taxas de emprego voltem aos níveis anteriores à crise. Caso sejam mantidas as tendências atuais, serão necessários pelo menos cinco anos, para que as economias avançadas recuperem os níveis anteriores aos da crise.

O relatório cita Portugal, como um dos casos das economias mais avançadas, ao lado da Grécia, Itália, Eslováquia, Eslovênia e Espanha. Nesses países, mais de 70% dos entrevistados expressaram "profunda insatisfação" com o mercado de trabalho.

BRASIL

O Brasil, ao lado da Alemanha, é elogiado pela implementação de um esquema que permite que pequenas empresas tenham acesso a créditos para financiar as suas operações com garantias apoiadas pelo governo.

Assim como o Chile, o Brasil é também citado como exemplo de incentivo a novos setores de crescimento, como o das tecnologias de informação e comunicação, com créditos e isenções fiscais.

O relatório recomenda que sejam mantidos ou reforçados programas de criação de empregos, e adverte que esforços para reduzir a divida pública estão desproporcionalmente centrados no mercado de trabalho e em medidas sociais.

Fonte
Rádio ONU
Eleutério Guevane

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Wagner sanciona lei do trabalho decente

Sexta-feira, Setembro 23, 2011

O governador Jaques Wagner sancionou, nesta quinta-feira (22), na abertura da III Conferência Estadual do Emprego e Trabalho Decente, a lei estadual de promoção do trabalho decente, que foi aprovada recentemente pela Assembleia Legislativa.
A lei prevê a captação de recursos para o combate ao trabalho escravo e todas as formas de exploração de mão-de-obra no estado. A conferência, em Salvador, tem como objetivo discutir temas como geração de emprego com igualdade de oportunidades e tratamento.
Jaques Wagner destacou que a Bahia foi o primeiro Estado no mundo a criar uma agenda de trabalho decente. O estabelecimento de diretrizes visando à adoção de mecanismos para a consolidação do trabalho decente sempre esteve presente na carreira de Wagner.
Ainda quando foi ministro do Trabalho. "Não é admissível que o país cresça sem se preocupar com a qualidade do emprego dos seus trabalhadores. Não basta criar postos de trabalho, é necessário oferecer, principalmente, empregos decentes".
Para ele, "essa foi uma das receitas que fez o país superar a crise econômica de 2008. E tanto o Brasil quanto a Bahia continuarão a seguir por esse caminho".
12:12 AM   |  

OIT elogia esforço do Brasil pelo trabalho decente


Diretora regional da organização participou de conferência estadual do emprego e trabalho decente em Salvador

A diretora regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para a América Latina e o Caribe, a venezuelana Elizabeth Tinoco, elogiou nesta quinta-feira o "esforço" e o "compromisso" do Governo brasileiro em favor das políticas de trabalho decente promovidas pelo organismo.
Elizabeth participou, nesta quinta-feira, da Conferência Estadual do Emprego e Trabalho Decente na cidade de Salvador, capital da Bahia, a primeira de 27 que serão realizadas no país por autoridades de Governo, sindicatos, empresários e grupos da sociedade civil.
"Em nenhum outro país do mundo foi feito um esforço de diálogo social como este, focado na busca de consenso para pôr em prática políticas orientadas à geração de mais e melhores empregos", disse a diretora regional da OIT. O conceito de trabalho decente foi proposto em 1999 pelo diretor-geral da OIT, o chileno Juan Somavía, e se refere à geração de oportunidades para que todos os homens e mulheres consigam emprego em condições de liberdade, igualdade, segurança e dignidade humana.
A conferência desta quinta-feira em Salvador serviu ainda como ponto de partida para um grande encontro nacional sobre trabalho decente que o Governo brasileiro pretende convocar para maio do próximo ano.
Elizabeth afirmou que a OIT decidiu acompanhar o processo que ocorre no Brasil "desde seu início, para respaldá-lo e também para aprender" e levar esta experiência "pioneira" para outros países da região. A funcionária da OIT destacou a importância de gerar políticas especificamente orientadas a geração de emprego e preservar as receitas das pessoas por meio de esquemas inovadores de proteção social.
"O crescimento econômico é indispensável para produzir emprego, mas não é suficiente", acrescentou Elizabeth. Disse que embora Brasil e outros países da América Latina resistiram até agora à crise global, existem ainda riscos de novas recessões nas nações mais industrializadas, o que mantêm a incerteza na economia mundial.
"A América Latina conseguiu recuperar os níveis de desemprego urbano anteriores a crise em 2010, de 7,3%, e essa taxa segue cedendo em 2011, mas os países não devem baixar a guarda diante do que está ocorrendo com as economias de outros lugares do mundo", afirmou

domingo, 18 de setembro de 2011

Brasil não forma jovens para o mercado globalizado

Bruno Villas Bôas, O Globo
Num mercado de trabalho cada vez mais globalizado, os jovens brasileiros estão perdendo a corrida na disputa por uma vaga para estudantes de outros países por causa da qualidade precária do ensino fundamental e médio do país, inclusive nos colégios particulares, revela reportagem publicada na edição deste domingo do GLOBO.
Um estudo da consultoria Heidrick & Struggles - uma das maiores do mundo em contratação de executivos - mostra que essa fase dos estudos pode ser um problema para formação de talentos brasileiros para o mercado internacional.
O Global Index Talent 2011 (Índice Global de Talentos, em inglês), elaborado pelo consultoria, coloca a qualidade do ensino fundamental brasileiro na 35 posição num ranking de formação de futuros executivos que envolve 60 países.
Nesse ranking, o Brasil fica atrás de qualquer país desenvolvido e mesmo de outros emergentes, como Rússia (27), Argentina (30) e Coreia do Sul (33). Para especialistas, os números revelam um entrave para um país que avança em seu papel no mercado global.
Sócio das operações brasileiras da Heidrick & Struggles, Dárcio Crespi, um dos principais caçadores de executivos do país, explica que a qualidade do ensino básico deixa profissionais para trás na competição global.
- Um ensino fundamental fraco se transforma em um ensino médio pobre e um ensino superior sofrível. É como uma bola de neve. Se não existe uma formação boa na base, a pessoa precisa fazer um esforço muito grande para suprir aquelas deficiências nos anos seguintes. E o ensino brasileiro, na média, não ajuda os talentos a se destacarem - afirma Crespi.
Leia mais em Ranking de qualificação de jovens para mercado global põe Brasil em 35º lugar, entre 60 países